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Gestão
26/06/2026

MEI ou ME: qual a diferença e quando vale a pena migrar

Conforme o negócio cresce, muita gente começa a se perguntar: continuo como MEI ou é hora de virar ME? As duas categorias existem para atender empreendedores em momentos diferentes, e entender as diferenças ajuda você a tomar a melhor decisão. Vamos comparar de forma simples, sem jargão de contador.

MEI é a sigla de Microempreendedor Individual, e ME quer dizer Microempresa. A principal diferença está no porte do negócio: o MEI é feito para quem está começando e fatura pouco, enquanto a ME comporta um faturamento maior e mais estrutura.

Limite de faturamento

O MEI tem limite de faturamento de R$ 81.000 por ano, com uma tolerância de 20% (chegando a R$ 97.200). Passou disso, e você precisa migrar de categoria.

A ME, por sua vez, pode faturar bem mais: até R$ 360.000 por ano dentro do Simples Nacional. Ou seja, se o seu negócio está estourando o teto do MEI, a ME é o caminho natural.

Esse limite é o ponto de virada mais comum. Muitos empreendedores só descobrem que precisam migrar quando fazem a DASN e percebem que passaram do teto.

Impostos e obrigações

Como MEI, você paga um valor fixo mensal no DAS (por volta de R$ 81,90 para serviços em 2026), independentemente de quanto faturou. Simples e previsível.

Como ME, os impostos passam a ser calculados sobre o faturamento, seguindo as tabelas do Simples Nacional. Isso significa que, em meses de faturamento maior, você paga mais. As obrigações contábeis também aumentam, e aí ter um contador deixa de ser opcional e passa a ser praticamente obrigatório.

Essa é uma diferença importante de planejamento: o MEI é mais barato e mais simples, mas tem teto baixo. A ME abre espaço para crescer, com o custo de mais burocracia.

Funcionários

O MEI pode ter no máximo um funcionário registrado. É uma limitação pensada para manter o negócio enxuto.

A ME não tem esse limite tão restrito e permite contratar mais gente conforme a necessidade. Se você já precisa de uma equipe, isso pode ser um sinal claro de que chegou a hora de migrar.

Quando vale a pena migrar

O sinal mais óbvio é o faturamento: se você está batendo no teto de R$ 81.000 (ou já ultrapassou), a migração deixa de ser opção e vira obrigação legal.

Outros sinais são a necessidade de contratar mais de um funcionário, a vontade de atuar em uma atividade que não é permitida ao MEI ou o desejo de fechar contratos maiores que exigem uma estrutura de ME.

Antes de decidir, faça as contas com calma. Sair do MEI significa custos e obrigações maiores, então vale planejar. E, mais uma vez, conversar com um contador ajuda muito nessa hora: a InoveMEI organiza e facilita, mas não substitui um contador para uma análise tributária completa.

Como a InoveMEI entra nessa

Enquanto você está no MEI, a InoveMEI te ajuda a manter tudo em ordem: emissão de DAS e nota fiscal por R$ 9,90, consulta da situação do CNPJ e acompanhamento das suas obrigações. Ao criar sua conta gratuita, você ainda ganha 1 nota e 1 DAS de brinde para testar.

Se chegar a hora de crescer e você tiver dúvidas sobre a migração, o nosso time pode orientar sobre os próximos passos e cuidar de alterações no seu cadastro a partir de R$ 199,90.

Conteúdo informativo, não substitui orientação contábil. Regras e valores podem mudar — confirme sempre nos canais oficiais.

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