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Por Equipe InoveMEI · atualizado em 01/08/2026

Certidões negativas para o MEI: quais existem e como emitir

Uma hora acontece com todo mundo. O cliente grande pede a certidão antes de assinar o contrato. O banco pede antes de liberar o crédito. A prefeitura pede antes de aceitar a sua proposta numa licitação. E você, que nunca precisou disso na vida, descobre de repente um mundo de siglas: CND, CNDT, CRF, CCMEI.

A primeira coisa que você precisa saber é a mais importante: todas essas certidões são gratuitas nos sites oficiais do governo. Nenhuma delas se compra, nenhuma delas precisa de despachante e nenhuma delas exige contador. Você mesmo emite, do celular ou do computador. Quem cobra por emitir está vendendo comodidade, não o documento, e vale ter isso claro antes de decidir por qual caminho seguir.

A segunda coisa é a que costuma pegar as pessoas de surpresa: a certidão é um espelho do seu CNPJ. Ela só sai limpa se o seu MEI estiver limpo. Se tem guia em aberto ou declaração faltando, o espelho mostra. Por isso este guia tem duas metades: como emitir cada certidão, e o que fazer quando alguma delas não sai do jeito que você queria. E se você já desconfia que ficou alguma coisa para trás, olhe o espelho antes do cliente olhar: faça um diagnóstico grátis do seu MEI e veja o que apareceria hoje.

Como emitir Certidão Negativa MEI?

Não existe uma única "certidão do MEI": são documentos de órgãos diferentes, e cada um sai no site do seu órgão, de graça. A CND Federal sai no site da Receita Federal, a CNDT no site da Justiça do Trabalho e o CRF do FGTS no site da Caixa.

Em todos, o caminho é o mesmo: você informa o CNPJ e o sistema emite na hora, sem cadastro nem pagamento. Cada uma delas está detalhada abaixo, com o que faz a certidão sair positiva.

Como tirar a Certidão Negativa online?

Todas são emitidas online e de graça, direto no site do órgão responsável — não é preciso ir a lugar nenhum nem contratar despachante. Basta ter o CNPJ em mãos; nenhuma delas exige senha, certificado digital ou conta gov.br.

O resultado sai em segundos. Se vier "positiva", não é erro do sistema: significa que há alguma pendência naquele órgão, e o próprio documento costuma indicar qual.

Como emitir Certidão Negativa de débitos do CNPJ?

A certidão de débitos do CNPJ é a CND Federal, emitida pela Receita Federal em conjunto com a PGFN. Ela cobre tanto os débitos administrados pela Receita quanto os já inscritos em Dívida Ativa da União — por isso é a mais pedida quando alguém fala em "certidão negativa da empresa".

A emissão é gratuita, feita no site da Receita Federal com o número do CNPJ. Para o MEI, o débito que mais aparece nela é o DAS em atraso.

O que é Certidão Negativa do CNPJ?

É um documento oficial que diz que o seu CNPJ não tem pendências naquele órgão, numa data específica. Funciona como um atestado de regularidade com prazo de validade — vencida, ela precisa ser emitida de novo.

Quem pede costuma ser quem vai assumir um risco com você: empresa que vai te contratar, órgão público em licitação, banco em financiamento. É por isso que ela importa mesmo para quem trabalha sozinho.

O que é uma certidão negativa, em português claro

Certidão é um documento em que um órgão do governo declara, por escrito e com validade oficial, o que consta sobre você nos sistemas dele naquele momento. Não é opinião nem análise: é uma fotografia do que está registrado.

Certidão negativa quer dizer que nada consta contra você naquele órgão. É o resultado que todo mundo quer. O nome confunde porque negativa soa ruim, mas aqui é o contrário: negativa significa que a busca por pendências voltou vazia.

Certidão positiva é o oposto: existe débito registrado. Já a certidão positiva com efeito de negativa é o meio-termo mais útil que existe. Ela diz que sim, há um débito, mas ele está numa situação que não impede você de contratar, como um parcelamento em dia ou uma cobrança que está suspensa. Na prática, na maioria dos processos ela vale tanto quanto a negativa. Se você está parcelando um atraso e pagando direitinho, é bem provável que a sua certidão saia assim.

Um detalhe que economiza retrabalho: cada certidão fala de um órgão só. A certidão da Receita não sabe nada sobre a Justiça do Trabalho, e a da Caixa não sabe nada sobre a Receita. Por isso quem pede costuma pedir várias de uma vez.

Todas trazem uma data de validade impressa no próprio documento, geralmente perto do rodapé, junto com um código de autenticação. Não decore prazos: abra o PDF e leia a data que está ali. E mande sempre o arquivo original, não a foto da tela, porque é pelo código que quem recebe confere se o documento é verdadeiro.

As certidões que o MEI realmente usa

Na vida prática do microempreendedor individual, quatro documentos resolvem quase tudo o que é pedido:

CND Federal (Certidão Negativa de Débitos relativos a Créditos Tributários Federais e à Dívida Ativa da União). Cobre a Receita Federal e a PGFN de uma vez só. É a mais pedida de todas.

CNDT (Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas). Emitida pela Justiça do Trabalho, pelo site do Tribunal Superior do Trabalho, o TST.

CRF do FGTS (Certificado de Regularidade do FGTS). Emitido pela Caixa Econômica Federal, mostra se as obrigações de FGTS estão em dia.

CCMEI (Certificado da Condição de Microempreendedor Individual). Emitido no Portal do Empreendedor. Tecnicamente não é uma certidão negativa, mas é pedido junto com tanta frequência que entra na mesma lista.

Repare no que essa lista significa na prática: são quatro documentos em quatro sistemas diferentes, a Receita Federal, o TST, a Caixa e o Portal do Empreendedor. Cada um tem o seu endereço, o seu jeito de pedir e o seu arquivo para baixar, renomear e guardar. E quase ninguém pede uma certidão só: quem exige, exige o pacote, quase sempre com prazo curto e no meio da sua semana de trabalho.

CND Federal: a certidão da Receita e da PGFN

Essa é a rainha das certidões. Ela responde a uma pergunta só: o seu CNPJ deve alguma coisa para a União? E ela olha em dois lugares ao mesmo tempo. É por isso que quem está devendo consegue emitir nota, mas trava na certidão — o detalhe está em MEI atrasado pode emitir nota fiscal?.

O primeiro lugar é a Receita Federal, o órgão que administra os tributos e recebe as declarações. É lá que aparecem os DAS que você deixou de pagar e as declarações anuais que ficaram para trás.

O segundo é a PGFN, sigla de Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Explicando sem juridiquês: quando um débito fica muito tempo em aberto, ele sai da Receita e é inscrito na Dívida Ativa da União, passando para a mão da PGFN, que é o setor responsável por cobrar na Justiça. Uma dívida que chegou lá é mais séria e mais difícil de esconder.

A emissão é no site da Receita Federal, na área de certidões para pessoa jurídica. Você informa o CNPJ, resolve a verificação de segurança da tela e manda emitir. Não precisa de senha nem de certificado digital para o caso comum.

A partir daí só existem dois desfechos. Ou o sistema devolve o PDF na hora, com o resultado, o código de autenticação e a data de validade. Ou aparece uma mensagem dizendo que não foi possível emitir a certidão e orientando você a verificar as pendências. Essa segunda tela não é um erro do site: é o sistema dizendo que encontrou algo. Se você quer entender o que costuma travar essa emissão, comece pelo básico do DAS, a guia mensal do MEI, porque é dali que vem a maioria das pendências.

CNDT: a certidão da Justiça do Trabalho

A CNDT mostra se existe alguma condenação trabalhista já reconhecida e ainda não paga em nome do seu CNPJ. Quem emite é a Justiça do Trabalho, pelo site do TST, o Tribunal Superior do Trabalho.

O processo é o mais simples de todos: você entra no site do TST, vai na área de emissão de certidão, digita o CNPJ e emite. Não pede login e o arquivo sai na hora. Só lembre de salvar na mesma hora, porque nada fica guardado ali esperando por você: na próxima vez que alguém pedir, é começar do zero e refazer o caminho inteiro.

Para a maioria esmagadora dos MEIs, ela sai negativa na hora. Faz sentido: o MEI pode ter no máximo um empregado, e a maior parte não tem nenhum. Sem funcionário, não há processo trabalhista, e sem processo não há o que constar.

Ainda assim ela é exigida quase sempre em licitações e em contratos com empresas de porte, porque quem contrata quer se proteger de responsabilidade sobre dívidas trabalhistas de fornecedores. Não leve para o lado pessoal: é procedimento padrão, pedido igual para todo mundo.

CRF do FGTS: a certidão da Caixa

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é o depósito mensal que todo patrão faz na conta do empregado. O CRF (Certificado de Regularidade do FGTS) é o documento da Caixa Econômica Federal que diz se esses depósitos estão em dia.

Se você nunca teve funcionário, não há depósito a fazer, e o certificado costuma sair sem problema. A emissão é no site da Caixa, na área do FGTS para empregador, informando o CNPJ. É o terceiro site em três documentos, e o terceiro PDF para achar um lugar no celular sem se perder depois.

Se você tem ou teve um empregado registrado, aí a certidão passa a ser um retrato real da sua folha. Depósito atrasado aparece, e aparece rápido. Nesse caso, regularizar o FGTS é pré-requisito para conseguir o certificado, não tem atalho.

Muita gente estranha ser cobrada por essa certidão sem nunca ter contratado ninguém. É normal: quem monta um edital usa uma lista padrão de documentos que serve para empresas de todos os tamanhos. Você emite, mostra que está regular e segue o processo.

CCMEI: o documento de identidade do seu negócio

O CCMEI é o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual. Se as certidões negativas são o atestado de que você não deve nada, o CCMEI é a carteira de identidade da empresa: ele prova que o MEI existe e mostra quem ele é.

No documento aparecem o número do CNPJ, o nome do titular, o nome empresarial, o nome fantasia (se você registrou um), a data de abertura, a forma de atuação, o endereço e as atividades registradas, ou seja, o CNAE principal e os secundários.

A emissão é no Portal do Empreendedor, entrando com a sua conta gov.br, e aqui existe uma diferença que pega muita gente: as outras três certidões não pedem login, esta pede. Se a sua conta ainda é nível bronze, o passo anterior é subir para prata ou ouro, validando por banco, biometria ou documento no aplicativo gov.br. Feito isso, o arquivo sai em PDF na hora, sempre com os dados mais recentes do seu cadastro.

Por isso mesmo, o CCMEI é o documento que você reemite depois de qualquer mudança de endereço ou de atividade: o certificado antigo fica desatualizado na mesma hora, e a versão nova é a que serve.

Em algumas cidades o CCMEI também é aceito em processos municipais, inclusive como comprovante ligado ao alvará. Isso varia bastante de prefeitura para prefeitura, então confirme na sua antes de assumir que resolve.

E as certidões municipais e estaduais?

Além das federais, existe o andar de baixo. Se você presta serviço, a prefeitura da sua cidade pode emitir uma certidão negativa de tributos municipais, ligada principalmente ao ISS (Imposto Sobre Serviços). Se você vende mercadoria, pode existir uma certidão estadual ligada ao ICMS (o imposto sobre circulação de mercadorias).

Aqui não dá para dar um passo a passo único, porque cada prefeitura e cada estado tem o seu site e o seu nome para a mesma coisa. O caminho prático é procurar pelo nome da sua cidade junto com certidão negativa e entrar apenas em endereço oficial de governo.

Um ponto que confunde: o MEI já paga o ISS dentro do DAS, num valor fixo. Mesmo assim, a prefeitura pode ter outras cobranças ligadas ao seu cadastro municipal, como taxas de funcionamento. É por isso que a certidão municipal existe separada.

Antes de sair emitindo tudo, leia com atenção o que foi pedido. Muita gente perde uma tarde emitindo cinco documentos quando o cliente queria dois.

Quando essas certidões são pedidas na vida real

Contrato com empresa. O departamento fiscal de uma empresa média quase sempre exige as certidões federais e a trabalhista antes de cadastrar você como fornecedor. Sem elas, o cadastro não abre e a nota não é aceita.

Licitação e contrato público. Aqui a exigência é a regra, não a exceção. Órgãos públicos costumam pedir o pacote completo, incluindo o CRF do FGTS, mesmo para contratos pequenos.

Crédito e conta PJ. Bancos e financeiras olham a regularidade do CNPJ antes de liberar limite, maquininha com taxa melhor ou capital de giro. Certidão limpa não garante o crédito, mas certidão suja costuma travar a análise logo no começo.

Marketplaces, imobiliárias e cadastros em geral. Plataformas de venda, administradoras e condomínios também pedem, às vezes com verificação periódica.

O padrão que se repete em todos esses casos é o mesmo: o documento é pedido em cima da hora, com prazo curto e quase sempre no plural. Quem já tem o hábito de emitir e guardar leva vantagem, porque não descobre um problema no dia em que precisa resolver. Quem não tem passa a tarde abrindo sites, refazendo login e procurando onde salvou o arquivo da vez passada.

Por que a certidão não sai negativa

Quando o sistema recusa a emissão, quase sempre é por um destes motivos:

DAS em aberto. É o campeão. Basta uma guia mensal não paga para a certidão federal travar. E raramente é má-fé: normalmente é um mês esquecido lá atrás que ninguém mais lembrou. Se for o seu caso, o caminho está em DAS atrasado: como regularizar.

Declaração anual não entregue. A DASN-SIMEI é obrigatória todo ano, até 31 de maio, mesmo que você não tenha faturado nada. Deixar de entregar gera pendência e pode travar até a emissão de novas guias. O passo a passo está em como declarar a DASN-SIMEI.

Débito já inscrito em Dívida Ativa. Quando o atraso é antigo, o débito muda de dono e passa para a PGFN. A certidão continua saindo positiva, e o caminho de solução é outro, explicado em MEI negativado e Dívida Ativa.

Pagamento não identificado. Você pagou, mas o pagamento entrou na competência errada ou não foi reconhecido. Existe dinheiro pago e débito em aberto ao mesmo tempo. Frustrante, mas tem solução.

Repare que em todos os casos a certidão não é o problema: ela é o sintoma. O problema está no cadastro ou no débito. Antes de tentar emitir de novo, vale enxergar o quadro inteiro do seu CNPJ de uma vez, sem adivinhação: faça um diagnóstico do seu MEI.

O que fazer quando dá errado

Paguei e a certidão ainda sai positiva. Nos primeiros dias depois do pagamento, isso é esperado. A informação precisa sair do banco, chegar ao sistema e ser processada, e isso leva alguns dias úteis. Guarde o comprovante, espere e tente de novo. Se passar bastante tempo e o débito continuar aparecendo, aí não é demora: é pagamento não identificado, e a correção precisa ser pedida à Receita Federal com o comprovante em mãos. Não se resolve sozinho.

Saiu positiva com efeito de negativa. Respire. Na maioria dos processos, esse documento é aceito no lugar da negativa. Antes de correr atrás de outra coisa, mande o PDF para quem pediu e pergunte se atende. Costuma atender.

O site do órgão está fora do ar. Acontece, principalmente em fim de mês e véspera de feriado. Tente mais tarde ou no dia seguinte, e aproveite a lição: não deixe para emitir certidão no dia da entrega.

A certidão venceu no meio do processo. É comum em licitação e em análise de crédito demorada. A solução é emitir de novo, e essa é justamente a parte que cansa: a validade é curta e vem impressa no rodapé, então quem vive de contrato refaz o mesmo caminho de quatro sites várias vezes por ano, sempre com alguém esperando do outro lado.

Não sei nem por onde começar. Esse é o cenário mais frequente e o mais perigoso, porque a pessoa trava e não faz nada. O primeiro passo nunca é pagar às cegas: é descobrir o que está em aberto. Comece por consultar a situação do seu CNPJ e só depois decida o que resolver.

O jeito rápido, quando você não quer abrir quatro sites

Vale dizer de novo, com todas as letras: você pode emitir todas essas certidões de graça nos sites oficiais, e essa via continua valendo sempre.

O que a InoveMEI faz é outra coisa: junta tudo num lugar só. Em vez de abrir quatro sites, refazer quatro logins e baixar quatro arquivos em pastas diferentes, você pede as certidões pelo celular e recebe os PDFs organizados e guardados, prontos para reenviar quando o próximo cliente pedir.

Nesse caminho, cada certidão sai por R$ 4,90, e o pacote com as três (federal, trabalhista e FGTS) sai por R$ 9,90. O CCMEI também sai por R$ 4,90. E existe uma regra simples: você só paga se o documento for realmente emitido. Se o sistema do órgão não devolver a certidão, você não paga por tentativa.

Criar conta é grátis, não pede cartão e não tem mensalidade. Você contrata só o que usar, quando usar. Crie sua conta grátis e deixe seus documentos prontos antes de alguém pedir.

Resumo

As certidões que o MEI mais usa são quatro: a CND Federal (que cobre Receita Federal e PGFN de uma vez), a CNDT trabalhista (emitida pela Justiça do Trabalho, no site do TST), o CRF do FGTS (emitido pela Caixa) e o CCMEI (o certificado da sua condição de MEI, no Portal do Empreendedor). São quatro documentos em quatro sistemas diferentes, e só o CCMEI exige login com conta gov.br.

Negativa quer dizer que nada consta. Positiva com efeito de negativa quer dizer que existe débito, mas ele está em situação que costuma ser aceita do mesmo jeito. Cada documento traz a data de validade e o código de autenticação impressos nele.

Quando a certidão não sai, o problema quase nunca é a certidão: é DAS em aberto, declaração anual não entregue, débito na Dívida Ativa ou pagamento não identificado. A ordem certa é primeiro descobrir o que consta, depois regularizar e só então emitir. E o melhor hábito é o mais simples de todos: emitir as certidões de vez em quando, mesmo sem ninguém pedir, para descobrir qualquer problema com calma.

Perguntas frequentes

O que é certidão negativa?

É o documento que atesta que você não tem pendências em determinado órgão. Quando não há débitos, ela sai como negativa. Se existem débitos que já estão sendo regularizados, ela pode sair como positiva com efeito de negativa, o que também comprova regularidade.

Quais certidões negativas o MEI pode precisar?

As mais pedidas são a certidão negativa de débitos federais (Receita Federal), a certidão negativa de débitos trabalhistas (CNDT, do TST) e a certidão de regularidade do FGTS (CRF, da Caixa). Dependendo da sua cidade e da sua atividade, pode ser exigida também a certidão de tributos municipais, emitida pela prefeitura. Existe ainda o CCMEI, que não é uma certidão negativa, mas comprova a sua condição de MEI e traz os seus dados cadastrais.

Como emitir a certidão negativa de débitos federais do MEI?

Ela é emitida no site da Receita Federal, informando o número do CNPJ, e comprova que você está em dia com os tributos federais, incluindo as contribuições previdenciárias. Se você estiver com DAS em atraso, pode ser que ela não saia como negativa, então regularize os débitos antes. Muitos contratos com empresas e órgãos públicos exigem esse documento.

O que é a CNDT e onde emitir?

A CNDT é a certidão negativa de débitos trabalhistas: ela comprova que você não tem débitos reconhecidos pela Justiça do Trabalho e é bastante exigida em licitações e contratos. A emissão é feita no site do Tribunal Superior do Trabalho (TST), com o número do CNPJ. Para a maioria dos MEIs, que não têm processos trabalhistas, ela sai negativa na hora.

Quanto custa emitir as certidões do MEI na InoveMEI?

Na InoveMEI você emite as principais certidões, como a federal, a trabalhista e a de FGTS, por R$ 4,90 cada, e há um pacote com 3 certidões por R$ 9,90. Você só paga se a certidão for emitida com sucesso. Criar a conta é grátis, sem cartão e sem mensalidade.

Como tirar a Certidão Negativa online?

Direto no site do órgão responsável, de graça e em segundos: a CND Federal na Receita Federal, a CNDT na Justiça do Trabalho e o CRF do FGTS na Caixa. Basta informar o CNPJ — nenhuma delas pede senha, certificado digital ou conta gov.br.

O que é Certidão Negativa do CNPJ?

É o documento oficial que atesta que o seu CNPJ não tem pendências naquele órgão, numa data específica — um atestado de regularidade com validade, que precisa ser emitido de novo quando vence. Quem costuma pedir é quem vai assumir risco com você: empresa contratante, órgão público em licitação ou banco em financiamento.

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